SUGESTÃO LEIRIA: “porque pintamos a cidade?” – ship & smile em “isto não faz sentido”

22 08 2010

11 set | 18h | sede do a9))))

junto ao jornal de leiria

rua comandante joão belo_29_leiria

No encerramento da surpreendente e intrigante exposição “isto não faz sentido”, Ricardo Campos, a convite dos artistas Ship e Smile, irá apresentar o seu livro “Porque pintamos a cidade?”…

Longe de ser um tema pacífico, irá acontecer um debate de ideias e partilha de perspectivas que se prevê ser um verdadeiro “território de guerra”…

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O graffiti contemporâneo é um fenómeno tipicamente urbano. Ao percorrermos diferentes cidades somos permanentemente surpreendidos por signos enigmáticos e personagens coloridas que nos espreitam dos lugares mais inusitados. Certamente já muitos se interrogaram sobre o seu sentido e o seu propósito. Este livro pretende responder a estas questões. Baseado numa investigação realizada recentemente, procura compreender as práticas, motivações e representações dos jovens que pintam as nossas cidades.


Ricardo Marnoto de Oliveira Campos, doutorado em Antropologia, é actualmente investigador no Laboratório de Antropologia Visual do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (Universidade Aberta). Tem desenvolvido investigação em torno das culturas juvenis, do graffiti e do uso da imagem em ciências sociais, tendo diversos artigos publicados sobre a temática.

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SUGESTÃO PORTO: tentando compreender o outro, na palestina

12 07 2010

16 jul | 22h00m | CasaViva

praça marquês de pombal _ 167 _ porto

entrada livre

 

CINEMA MUDO, de João Sousa Cardoso (60′)

Cinema Mudo é o resultado de um trabalho de campo realizado por João Sousa Cardoso entre Maio e Junho de 2003, junto de uma pequena comunidade africana existente no bairro muçulmano da Velha Jerusalém, o African Quarter.

Diz o autor, que estará presente na CasaViva: “Pelo curto período de que dispunha para trabalhar no terreno e pela dificuldade das barreiras linguísticas, adoptei, desde o início, uma perspectiva materialista sobre este singular bairro afro-palestiniano. Procurei entender os conflitos de identidade através do espaço físico e das construções que a comunidade produz (uma arquitectura espontânea numa reduzidíssima área de terreno), desafiando os habitantes a filmarem aspectos exteriores do bairro e o interior das próprias casas; improvisando um conjunto de oficinas de expressão plástica com as crianças, onde lhes propunha que expusessem o seu ponto de vista sobre o espaço físico onde vivem; e organizando projecções e debates no lado muçulmano e no lado judaico da cidade, sobre o desenvolvimento do projecto. Mas também – e inevitavelmente – sobre a questão mais ampla do conflito israelo-palestiniano“.





SUGESTÃO LEIRIA: os esquecidos

26 10 2009

26 out | 21h30m | teatro josé lúcio da silva_leiria

(extensão do doclisboa)

 

OS ESQUECIDOS de Pedro Neves

São casos escondidos atrás de muros, de janelas e portas fechadas, de portões ferrugentos, de paredes que caem, de tectos que não existem. É gente que tropeçou no entulho e na desilusão, na privação, na perda, na angústia. É gente que foi empurrada dos sonhos para o chão. É gente como a gente poderia ser.





SUGESTÃO CALDAS DA RAINHA: hep – human emotion project

18 10 2009

HEP_Portugal_MalhoaG

Apresentação

Projecto Emoção Humana – Vídeo Arte Internacional

Museu José Malhoa

 

Instalação:

20 de Outubro – 25 de Outubro de 2009

10h00 – 12h30 | 14h00 – 17h00

 

Apresentação | Projecção Contínua:

22 de Outubro de 2009

21h00h às 24h00

 

Um grupo de criadores emergentes dos mais variados quadrantes geográficos e culturais munidos da infinita possibilidade da vídeo arte, expressam as complexas forças que nos identificam como seres humanos: as emoções.

 

Partindo da extensa colecção videográfica do grupo internacional Human Emotion Project, fundado e dirigido pela artista sul-africana Alison Williams, um rol de quarenta obras videográficas seleccionadas pelo comissário português do projecto compõem um eclético programa de forte componente audiovisual patente no Museu José Malhoa a partir do dia 20 de Outubro, com uma sessão especial na noite de 22 de Outubro de 2009.

 

De assinalar a presença na sessão nocturna de apresentação do dia 22 de Outubro do Prof. Fernando Galrito como conferencista convidado e ainda da inclusão no programa de trabalhos de alunos da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR) que assim se associa da melhor maneira ao evento.

 

A sessão de apresentação e a projecção contínua de vídeos promovida pelo Museu José Malhoa do Instituto dos Museus e da Conservação (MJM-IMC.IP), em parceria com o Human Emotion Project (HEP) e com a Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (IPL-ESAD.CR), terá lugar nas Caldas-da-Rainha, no Museu José Malhoa, dia 22 de Outubro, das 21h00h às 24h00.

 

De salientar que durante o período de vigência da mostra Emoção Humana – Vídeo Arte Internacional (de 20 a 25 de Outubro) estará presente na Sala Multimédia nos períodos de abertura do Museu José Malhoa ao público, uma instalação videográfica incorporando trabalhos do projecto Human Emotion e da ESAD. CR alusivos ao tema das emoções.

 

Alberto Guerreiro

Comissão | HEP Portugal





SUGESTÃO PORTO: the take na casa viva

10 09 2009

10 set _ 22H00M | casa viva _ praça marquês de pombal _ 167 _ porto

 

The Take, de Avi Lewis e Naomi Klein (87′)

Documentário. Canadá, Argentina, 2004

 

No rescaldo do dramático colapso económico argentino de 2001, a classe média mais próspera da América Latina descobre-se numa cidade fantasma de fábricas abandonadas e desemprego em massa. A fábrica Forja dorme abandonada até que os seus antigos empregados a tomam. Fazem parte dum novo e dinâmico movimento de trabalhadores que ocupam negócio “falidos” e criam empregos nas ruínas do sistema que desaba.

 

Nos subúrbios de Buenos Aires, trinta trabalhadores desempregados partem em direcção à sua fábica “falida”, estendem os sacos-cama e recusam-se a ir embora. Tudo o que querem é voltar a ligar as máquinas paradas. Como em qualquer ocupação, têm que percorrer tribunais e enfrentar polícias e políticos, que tanto podem dar-lhes protecção legal como corrê-los violentamente.

 

The Take, um filme que, quase garantidamente, irá fazer-te rir e chorar e, acima de tudo, deixar-te com um desejo enorme de mudar o mundo, é um manifesto sobre o poder das pessoas normais quando se unem para conseguirem coisas extraordinárias.





LIVRO DE CABECEIRA: uma terra sem gente para gente sem terra

10 09 2009

Já tinhamos falado desta terra e desta gente aqui… e agora o livro…

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UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA – Um Livro de Colorir Sobre a Palestina

de Nuno Coelho e Adam Kershaw

com contribuições de Alban Biaussat, Alexandra Lucas Coelho, David Tartakover, Ferran Izquierdo Brichs, Ingrid Quiroga, Joana Bértholo, Mat Ward, Maya Pasternak, Ruba Shahrour e Tiny Domingos.

Edição de Autor

ISBN: 978-989-96355-0-0

 

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA é uma exposição de cartazes gráficos interactivos sobre o conflito entre Israel e a Palestina. Produz um discurso visual em torno das tensões sociais da vida quotidiana nesta região onde três continentes colidem, e propõe uma nova abordagem de pensamento sobre o conflito. O discurso é crítico, mas também irónico e, de uma forma descontraída, expõe a situação actual, convidando as pessoas a colorir os mapas e desenhos ao longo da exposição.

 

Este livro contém versões actualizadas das imagens e textos incluídos na exposição, em conjunto com novo material produzido especificamente para esta publicação, onde também são descritas as diferentes fases da sua produção e documentação, assim como o contexto político e de design através de textos pelos autores. Para além disso, colaboradores de diferentes contextos profissionais e culturais foram convidados a responder ao formato e ao conteúdo da exposição de acordo com as suas próprias perspectivas.

 

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA é uma edição de autor de Nuno Coelho e Adam Kershaw e inclui um conjunto de lápis de cor. O lançamento do livro é um evento incluído nos Projectos Tangenciais (programação paralela) da EXD09 – Experimenta Design Lisboa 2009.





SUGESTÃO ALCOBAÇA: caem bombas no paraíso

11 04 2009

 

11|12|13 ABR 2009

Cine-teatro de Alcobaça _ Alcobaça

 

Não existe uma forma objectiva de resumir o conflito israelo-palestiniano; e o mais ingénuo seria esperar que fosse o cinema a oferecer soluções simples para o que sabemos ser uma questão complexa.

Se por um lado, as palavras são sempre poucas para retratar as feridas de ambos os povos, por outro, os sentimentos são sempre demasiados no contexto de dor em que surgem.

 

O ciclo de cinema “Caem Bombas no Paraíso” mostra-nos que vidas persistem para lá das fronteiras entre israelitas e palestinianos e a sua luta por um “paraíso na terra”.

 

 

11 ABR _ 21h30m

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A VALSA COM BASHIR

Viagem surreal de um antigo combatente israelita ao interior das suas memórias de guerra durante o conflito do início dos anos 1980 entre Israel e o Líbano.

 

 

12 ABR _ 17h00m

 

INTERVENÇÃO DIVINA

Crónica de amor e comédia entre um palestiniano de Jerusalém e uma palestiniana de Ramallah que buscam a intimidade no seio da ocupação israelita.

 

 

12 ABR _ 21h30

 

VAI E VIVE

Odisseia de um rapaz africano que se declara judeu para salvar-se da fome no Sudão e é adoptado por uma família francesa sefardita em Telavive.

 

 

13 ABR _21h30

 

O PARAÍSO, AGORA

Retrato de dois jovens amigos palestinianos recrutados como bombista-suicidas (nomeado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2005).

 

 

 

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