SUGESTÃO LEIRIA: von magnet

1 10 2009

3 out | 22h00m | teatro josé lúcio da silva

 von magnet

Os lendários Von Magnet, colectivo sedeado em França composto por elementos de múltiplas nacionalidades, voltam a Leiria, cinco anos depois de terem brilhado em mais uma lotação esgotada do então Fade In 2004.

 

Desta feita, o grupo traz na bagagem um espectáculo denominado de “Polarized”, baseado e inspirado no seu recente 11º disco de originais, “Neither Predator Nor Prey” (uma aproximação poética focada no conflito do Médio Oriente).

 

Esta nova criação de palco dos Von Magnet pretende abordar e explorar algumas das visões possíveis inerentes ao fascínio dos pólos opostos, tais como sedução e tensão, arcaico e moderno, parcial e imparcial, leste e oeste, macho e fêmea, fogo e gelo…

 

“Polarized” é um concerto-performance com todos os condimentos que fazem dos Von Magnet uma das mais peculiares, inovadoras e originais bandas das duas últimas décadas.

 

Este espectáculo, com a chancela do festival Fade In 2009, servirá para os Von Magnet apresentarem em absoluta estreia mundial a sua mais recente invenção, um instrumento baptizado de “Cajacuerda”, sob o qual a percussão através do sapateado desencadeia uma série de vibrações de cordas.

 

O palco do José Lúcio da Silva receberá, dia 3 de Outubro, em estreia exclusiva em Portugal, a nova e apaixonada aventura dos apaixonantes Von Magnet!!!

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SUGESTÃO: Música pelo Médio Oriente

11 04 2008


José Mário Branco, Clã, Camané, Jorge Palma, entre outros, vão encontrar-se no palco com um grupo de artistas oriundos da região do Médio Oriente para vários espectáculos em Portugal com o propósito de alertar para as consequências de 5 anos de invasão e ocupação militar do Iraque.

 

Com a designação de «Música pelo Médio-Oriente», esta a iniciativa da Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque conta com a participação de músicos do mundo árabe, intérpretes de instrumentos como o “santur” ou o “ud”, como Ayub e Ehad Al-Azzawy, do Iraque, e Marwan Abado da Palestina.

 


LISTA DE DATAS E ARTISTAS:

 


8 de Abril

Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra – 21h30
Wesam Ayub, Ehad Al-Azzawy (Iraque) e Marwan Abado (Palestina) são recebidos por Camané e João Lóio

10 de Abril

Theatro Circo, Braga – 21h30
Wesam Ayub, Ehad Al-Azzawy (Iraque) e Marwan Abado (Palestina) são recebidos por Clã e Jorge Palma

12 de Abril

Cinema São Jorge, Lisboa – 21h30
Wesam Ayub, Ehad Al-Azzawy (Iraque) e Marwan Abado (Palestina) são recebidos por Luís Represas, João Pedro Pais e José Mário Branco

13 de Abril

Teatro Vírginia, Torres Novas – 16h00
Wesam Ayub, Ehad Al-Azzawy (Iraque) e Marwan Abado (Palestina) são recebidos por Paulo de Carvalho e José Mário Branco





primeiro ciclo TdG

2 08 2007

casadosbicos1.jpg

filmes com jantar no bacalhoeiro _ campo das cebolas _ Lisboa

TERÇA 7 AGO 07 

BAIRRO

Vídeo. Caos | Música. Ex-peão

Vídeo-clip. DVD. 2007. 03’28’’

Durante três meses coabitaram com os bairros sociais da cidade do Porto que forneceram gratuitamente o seu quotidiano para a realização deste vídeo. Sem actores e apenas com uma simples câmara de filmar, num conceito próximo do documentário, registaram a vida típica destes aglomerados populacionais, onde o que acontece diariamente não é um filme ou uma ilusão, é um bairro…  

LIBERDADE

Vídeo e animação. Rui Rangel

Vídeo-animação. DVD. 2002/03. 02’04’’

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X-MACHINA

Vídeo. Alberto Guerreiro | Música. António Bragança + Mu “I Hate You!” (BSnA)

Video-cut. DVD. 2006. 09’39’’ 

X-MACHINA (do latim ex-machina) materializa uma experiência envolvendo o uso e abuso de imagens em movimento de valor documental. Propõe um retrato aleatório sobre o espírito de competição e a expressão do poder, simbolizado pela guerra e o progresso tecnológico. Através da manipulação e alteração do documento cinematográfico é projectada uma visão pastiche, tanto colorida como irónica, do sentido de evolução da condição humana. 

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VALORES MENORES

Vídeo e animação. Ricardo Reis

Vídeo-animação. DVD. 2002. 02’28’’ 

6:00

Vídeo. Ana Martins

Vídeo. DVD. 2005. 11’40’’

ISLAM BABY

Vídeo. Alberto Guerreiro | Música. António Bragança

Vídeo-cut | DVD | 2007 | 05’15’’ 

Islam Baby (Barbed-Wire-Dance) representa uma dança poética e visual sobre a condição e liberdade das mulheres – palestinianas em particular, e do mundo, em geral – vivendo a opressão da guerra e da sociedade. Partindo do repto lançado pelos Territórios de Guerra, é criada uma obra vídeo que tenta simbolizar o efeito contraditório da própria guerra e da opressão social: quanto mais presos, atacados, ameaçados e isolados mais nos sentimos livres para lutar, resistir, amar e viver o dia a dia, o mais próximo possível da paz.

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PETER’S STORY

Vídeo. Miguel Januário

Vídeo | DVD | 2003 | 06’05’’ 

E quando foi o próprio pai que o manteve isolado do resto do mundo num quarto escuro por nove anos durante a infância, com o propósito de resgatar a língua de Deus, perdida desde a construção da Torre de Babel? Que histórias se contam? Que silêncios imperam? Vídeo ilustrado a partir da história "Cidade de Vidro" da "Trilogia de Nova Iorque" do escritor Paul Auster.

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TERÇA 14 AGO 07

UMA ILHA ÀS COSTAS

Vídeo. Ricardo Silva, Tiago Matos e Raquel Matias

Documentário. DVD. 2004. 22'00''

GAUAREN LUNTASUNA: A OBSCURIDADE DA NOITE

Vídeo. David Etxeberria

Vídeo. DVD. 2004/07. 19’40’’

Apresenta-se nesta mostra um conjunto de 9 vídeos produzidos desde 2004 por David Etxeberria. Nos seus títulos encontramos peças que estão representadas em colecções como a colecção de vídeo arte da PLMJ (Portugal), ArtExpo (Itália), e outras peças que já foram mostradas um pouco por todo o mundo (Grécia, Estados Unidos, Espanha, Inglaterra, etc.). As suas obras destacam-se por um jogo entre desportos, situações políticas e territórios espaço-temporais de conflito. Procura-se envolver o espectador numa teia entre a imagem e o som. Procura-se explorar estereótipos comuns divulgados pela sociedade dos média. Enfim, procura-se explorar a sociedade de informação onde a audiência se encontra. Através dos seus vídeos explora-mos situações efémeras, situações de crise – como no caso do vídeo Pelotari (2004) onde se explora o som e a imagem de modo a converter o campo da experiência da projecção em algo mais do que uma simples representação. Porém, outros vídeos, como é o caso de Walking Around (2007) e Urgull (2007), joga-se com questões como a presença, o publico e o privado.Desta forma, as suas obras constituem-se em tensão com o real, nascem da tecnologia, e funcionam como agentes de novas formas de cultura. Onde o rosto, metafísico, deste novo médium é a crítica sócio-política da sociedade de informação.

TERÇA 21 AGO 07 

À MARGEM DO CONCRETO

Direcção. Evaldo Mocarzel

Documentário. DVD. 2006. 84’00’’

Segunda parte de uma tetralogia iniciada com À Margem da Imagem, o documentário versa sobre os sem-teto e os movimentos de moradia em São Paulo. A produção acompanha a rotina de vida nas ocupações de prédios, o revezamento para a limpeza, as dificuldades de administração, o pagamento coletivo das contas de água e luz e a relação de vizinhança, num local de pouca privacidade.  Mostra-se também a ação da polícia durante as ocupações, em confrontos sempre tensos.

TERÇA 28 AGO 07 

4ª GUERRA MUNDIAL

Vídeo. Rick Rowley

Documentário. DVD. 2003. 75’00’’ 

Das linhas dos conflitos em México, na Argentina, na África do Sul, na Palestina, na Coreia do Sul. São imagens e sons da guerra na terra. É uma história de uma guerra sem a extremidade e daqueles que resistem. Produzido através de uma rede global de meios independentes e grupos activistas, um documentário global de nosso movimento global. Apresentamos a 4.ª Guerra Mundial.

fotos: Alberto Guerreiro





HEADPHONES: bairro

11 07 2007

isto é o bairro…

Bairro by Expeão





HEADPHONES: commited to life

11 06 2007

I’ll be honest with you
I hate war in all it’s forms –
Physical, psychological, spiritual…. emotional… environmental
I hate war…
And I hate having to struggle – I honestly do
Because I wish I had been born into a world when this is not necessary
This context of struggle and being a warrior and being a struggler
Has been forced on me by opression
Otherwise I would have been a sculptor or a gardener
Carpenter – you know, I would be free to be so much more…
I guess being part of me or part of who I am, a part of what I do
Is being a warrior – a reluctant warrior, a reluctant struggler
But… I do it because I am committed to life
We can’t avoid it. We can’t run away from it
Because to do that is to be subservient… to devils
Subservient to evil and so that the only way to live on this planet with any human dignity at the moment is to struggle
 

Commited To Life by Asian Dub Foundation

sugerida por K