SUGESTÃO LEIRIA: “porque pintamos a cidade?” – ship & smile em “isto não faz sentido”

22 08 2010

11 set | 18h | sede do a9))))

junto ao jornal de leiria

rua comandante joão belo_29_leiria

No encerramento da surpreendente e intrigante exposição “isto não faz sentido”, Ricardo Campos, a convite dos artistas Ship e Smile, irá apresentar o seu livro “Porque pintamos a cidade?”…

Longe de ser um tema pacífico, irá acontecer um debate de ideias e partilha de perspectivas que se prevê ser um verdadeiro “território de guerra”…

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O graffiti contemporâneo é um fenómeno tipicamente urbano. Ao percorrermos diferentes cidades somos permanentemente surpreendidos por signos enigmáticos e personagens coloridas que nos espreitam dos lugares mais inusitados. Certamente já muitos se interrogaram sobre o seu sentido e o seu propósito. Este livro pretende responder a estas questões. Baseado numa investigação realizada recentemente, procura compreender as práticas, motivações e representações dos jovens que pintam as nossas cidades.


Ricardo Marnoto de Oliveira Campos, doutorado em Antropologia, é actualmente investigador no Laboratório de Antropologia Visual do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (Universidade Aberta). Tem desenvolvido investigação em torno das culturas juvenis, do graffiti e do uso da imagem em ciências sociais, tendo diversos artigos publicados sobre a temática.

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LIVRO DE CABECEIRA: uma terra sem gente para gente sem terra

10 09 2009

Já tinhamos falado desta terra e desta gente aqui… e agora o livro…

 alandwithoutpeople

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA – Um Livro de Colorir Sobre a Palestina

de Nuno Coelho e Adam Kershaw

com contribuições de Alban Biaussat, Alexandra Lucas Coelho, David Tartakover, Ferran Izquierdo Brichs, Ingrid Quiroga, Joana Bértholo, Mat Ward, Maya Pasternak, Ruba Shahrour e Tiny Domingos.

Edição de Autor

ISBN: 978-989-96355-0-0

 

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA é uma exposição de cartazes gráficos interactivos sobre o conflito entre Israel e a Palestina. Produz um discurso visual em torno das tensões sociais da vida quotidiana nesta região onde três continentes colidem, e propõe uma nova abordagem de pensamento sobre o conflito. O discurso é crítico, mas também irónico e, de uma forma descontraída, expõe a situação actual, convidando as pessoas a colorir os mapas e desenhos ao longo da exposição.

 

Este livro contém versões actualizadas das imagens e textos incluídos na exposição, em conjunto com novo material produzido especificamente para esta publicação, onde também são descritas as diferentes fases da sua produção e documentação, assim como o contexto político e de design através de textos pelos autores. Para além disso, colaboradores de diferentes contextos profissionais e culturais foram convidados a responder ao formato e ao conteúdo da exposição de acordo com as suas próprias perspectivas.

 

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA é uma edição de autor de Nuno Coelho e Adam Kershaw e inclui um conjunto de lápis de cor. O lançamento do livro é um evento incluído nos Projectos Tangenciais (programação paralela) da EXD09 – Experimenta Design Lisboa 2009.





LIVRO DE CABECEIRA: the shock doctrine

29 10 2007

O LIVRO:

The Shock Doctrine é a história não oficial do mercado livre. Desde o Chile à Rússia, de África do Sul ao Canadá, a implantação do mercado livre corresponde a um sistema de engenharia social e económica que Naomi Klein designa como “capitalismo do desastre”. Criando um fio condutor entre os acontecimentos mais críticos das últimas 2 décadas, Klein mostra como o capitalismo recorre constantemente à violência e ao choque.  

A CURTA-METRAGEM:

O LANÇAMENTO DO LIVRO EM BARCELONA – 25.10.07:





LIVRO DE CABECEIRA: é preciso defender a sociedade

5 07 2007

Michel Foucault _ É preciso defender a Sociedade _ Livros do Brasil _ 1ª Edição _ 2006

“No curso de 1976, «É preciso defender a Sociedade», Michel Foucault interroga-se sobre a pertinência do modelo da guerra para analisar as relações de poder. Foucault define duas formas destas relações: o poder disciplinar, que se exerce sobre o corpo mediante técnicas de vigilância e instituições punitivas, e aquilo a que doravante chamará o «bio-poder», que se exerce sobre a população, a vida e os vivos.”