projecto tdti

3 01 2009

 

 

Conhecer a Diferença – Destruir a Indiferença – Instituir a Igualdade

 

 

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Existe um pouco por toda a parte o medo do que é diferente. O medo do desconhecido.

Cedo este sentimento dá lugar à desconfiança, à apreensão, ao impasse, ao desconforto que se sente na presença do estranho.

Chegando a este ponto há duas soluções:

Ou tratamos de resolver a nossa dúvida e vamos esclarecer-nos, perceber como vive, como pensa, como podemos conviver e construir juntos o nosso espaço comum

Ou podemos, perturbados pelo receio e desconfiança, hostilizar ou afastar-nos, sem comunicar e sem conhecer, enfim, os que connosco partilham o espaço da comunidade, criando pequenos universos hostis ou indiferentes.

 

Quero aqui encorajar o uso da primeira solução:

Olhar, reflectir, contactar conviver, conhecer a diferença.

As pessoas que colaboraram comigo (…) estão aqui retratadas segurando as mensagens por elas escritas (…). Ao abordá-las, eu desenhei nas suas folhas um sinal de desigualdade e outro de igualdade e pedi que escrevessem:

 

 em frente ao sinal de desigualdade, um desejo pessoal (…)

 

= em frente ao sinal de igualdade, o que, no seu entender, é mais importante na relação entre os seres humanos, aquilo que mais falta nos faz e se torna precioso para que se viva bem em comunidade.

 

Não será esta resposta transversal a qualquer diferença?

 

Olhando as imagens,

Parece-me que todos conquistaram o seu lugar.

Todos pertencem ali. Todo o cidadão do mundo teria ali o seu lugar sem destoar da melodia que todos parecem cantar – a da Humanidade.

 

E consigo imaginá-los a todos (…): Homem, Mulher, Criança, Velho, Incapacitado, Cristão, Judeu, Ateu, Budista, Muçulmano, Cigano, Negro, Branco, Amarelo, Vermelho, Daqui e d’Acolá, Homossexual, Hetero, Bi, Trans…

 

 

Qual deles está errado? Qual está certo? Alguém está a mais?

 

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Lourenço Cabrita Gonçalves





women are heroes

6 04 2008

It was about a year ago that JR first told us about his “Women are Heroes” project, collaboration with Médecins Sans Frontières.

Taking his trusty 28 millimeter lens, for the last year JR has been traveling to such countries as Sierra Leone, Liberia, Southern Sudan and Kenya, documenting the lives of a group of incredibly courageous women.

Now, on the occasion of International Women’s Day, the full documentation of the Women Are Heroes project is being launched on the web. And not surprisingly, the work is absolutely breathtaking.

 

 





E depois da guerra? PURPLE HEARTS

6 04 2008

Purple Hearts é um projecto da fotojornalista Nina Berman, criado em 2004, com uma série de retratos e entrevistas a soldados americanos feridos no Iraque. Este registo foi levado a cabo nas casas dos próprios soldados, nos hospitais e em bases militares por todo os EUA.

Nina Berman pretende com este projecto chamar a atenção para os problemas físicos e psicológicos dos veteranos de guerra e alertar a juventude que considera a carreira militar como uma opção de emprego.





GUETO DE GAZA, documentário e fotoreportagem focus

10 03 2008

Documentário

FotoReportagem





MOTHERS OF MARTYRS, fotografias de Newsha Tavakolian

19 02 2008

“Não há nada pior para uma mãe do que ver morrer o filho. No entanto, estas mulheres iranianas são mães orgulhosas porque os seus filhos deram a vida pelo Irão. Homens, jovens e adultos, deixaram as suas casas e durante 8 anos lutaram nas trincheiras ao longo da fronteira com o Iraque. Alguns pisaram minas, outros morreram durante os ataques do Iraque com armas químicas. Morreram pela causa.” – Newsha Tavakolian, EVE Photographers

 

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SUGESTÃO NOVA IORQUE: testemunhos de guerra

10 12 2007

A Escola de Artes Visuais de Nova Iorque irá apresentar, de 4 de Fevereiro a 8 de Março de 2008, a exposição “Testimony to War: Art from the Battlegrounds of Iraq” que pretende mostrar o impacto criativo e artístico da temporada na Guerra do Iraque de 5 jovens: o major Peter Buotte, o sargento Aaron Hughes, o sargento Ryan Roa, o artista plástico Steve Mumford e o fotógrafo Lucian Read.

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SUGESTÃO BARCELONA: bo rder s

18 08 2007

4 Maio a 30 Set 07 _ CCCB

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The modern world is covered by over 226,000 kilometres of land borders. The exhibition Borders centres on geopolitical matters, with the presentation of 10 cases of borders. The ambiguity of the concept “border” (front and frontiers, ties and separations, seams and cuts, breaks and unions…) is present here, reflecting the reality of the terrain.

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The exhibition has been conceived as a journey through different worlds, in a gesture that separates history and geopolitics, the perspective of photographers and witnesses, sounds and maps, general reflections and field studies. We know how we enter. What will we know at the end of the journey, once the last milestone has passed?

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