SUGESTÃO LEIRIA: “porque pintamos a cidade?” – ship & smile em “isto não faz sentido”

22 08 2010

11 set | 18h | sede do a9))))

junto ao jornal de leiria

rua comandante joão belo_29_leiria

No encerramento da surpreendente e intrigante exposição “isto não faz sentido”, Ricardo Campos, a convite dos artistas Ship e Smile, irá apresentar o seu livro “Porque pintamos a cidade?”…

Longe de ser um tema pacífico, irá acontecer um debate de ideias e partilha de perspectivas que se prevê ser um verdadeiro “território de guerra”…

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O graffiti contemporâneo é um fenómeno tipicamente urbano. Ao percorrermos diferentes cidades somos permanentemente surpreendidos por signos enigmáticos e personagens coloridas que nos espreitam dos lugares mais inusitados. Certamente já muitos se interrogaram sobre o seu sentido e o seu propósito. Este livro pretende responder a estas questões. Baseado numa investigação realizada recentemente, procura compreender as práticas, motivações e representações dos jovens que pintam as nossas cidades.


Ricardo Marnoto de Oliveira Campos, doutorado em Antropologia, é actualmente investigador no Laboratório de Antropologia Visual do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (Universidade Aberta). Tem desenvolvido investigação em torno das culturas juvenis, do graffiti e do uso da imagem em ciências sociais, tendo diversos artigos publicados sobre a temática.

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SUGESTÃO CALDAS DA RAINHA: hep – human emotion project

18 10 2009

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Apresentação

Projecto Emoção Humana – Vídeo Arte Internacional

Museu José Malhoa

 

Instalação:

20 de Outubro – 25 de Outubro de 2009

10h00 – 12h30 | 14h00 – 17h00

 

Apresentação | Projecção Contínua:

22 de Outubro de 2009

21h00h às 24h00

 

Um grupo de criadores emergentes dos mais variados quadrantes geográficos e culturais munidos da infinita possibilidade da vídeo arte, expressam as complexas forças que nos identificam como seres humanos: as emoções.

 

Partindo da extensa colecção videográfica do grupo internacional Human Emotion Project, fundado e dirigido pela artista sul-africana Alison Williams, um rol de quarenta obras videográficas seleccionadas pelo comissário português do projecto compõem um eclético programa de forte componente audiovisual patente no Museu José Malhoa a partir do dia 20 de Outubro, com uma sessão especial na noite de 22 de Outubro de 2009.

 

De assinalar a presença na sessão nocturna de apresentação do dia 22 de Outubro do Prof. Fernando Galrito como conferencista convidado e ainda da inclusão no programa de trabalhos de alunos da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR) que assim se associa da melhor maneira ao evento.

 

A sessão de apresentação e a projecção contínua de vídeos promovida pelo Museu José Malhoa do Instituto dos Museus e da Conservação (MJM-IMC.IP), em parceria com o Human Emotion Project (HEP) e com a Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (IPL-ESAD.CR), terá lugar nas Caldas-da-Rainha, no Museu José Malhoa, dia 22 de Outubro, das 21h00h às 24h00.

 

De salientar que durante o período de vigência da mostra Emoção Humana – Vídeo Arte Internacional (de 20 a 25 de Outubro) estará presente na Sala Multimédia nos períodos de abertura do Museu José Malhoa ao público, uma instalação videográfica incorporando trabalhos do projecto Human Emotion e da ESAD. CR alusivos ao tema das emoções.

 

Alberto Guerreiro

Comissão | HEP Portugal





LIVRO DE CABECEIRA: uma terra sem gente para gente sem terra

10 09 2009

Já tinhamos falado desta terra e desta gente aqui… e agora o livro…

 alandwithoutpeople

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA – Um Livro de Colorir Sobre a Palestina

de Nuno Coelho e Adam Kershaw

com contribuições de Alban Biaussat, Alexandra Lucas Coelho, David Tartakover, Ferran Izquierdo Brichs, Ingrid Quiroga, Joana Bértholo, Mat Ward, Maya Pasternak, Ruba Shahrour e Tiny Domingos.

Edição de Autor

ISBN: 978-989-96355-0-0

 

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA é uma exposição de cartazes gráficos interactivos sobre o conflito entre Israel e a Palestina. Produz um discurso visual em torno das tensões sociais da vida quotidiana nesta região onde três continentes colidem, e propõe uma nova abordagem de pensamento sobre o conflito. O discurso é crítico, mas também irónico e, de uma forma descontraída, expõe a situação actual, convidando as pessoas a colorir os mapas e desenhos ao longo da exposição.

 

Este livro contém versões actualizadas das imagens e textos incluídos na exposição, em conjunto com novo material produzido especificamente para esta publicação, onde também são descritas as diferentes fases da sua produção e documentação, assim como o contexto político e de design através de textos pelos autores. Para além disso, colaboradores de diferentes contextos profissionais e culturais foram convidados a responder ao formato e ao conteúdo da exposição de acordo com as suas próprias perspectivas.

 

UMA TERRA SEM GENTE PARA GENTE SEM TERRA é uma edição de autor de Nuno Coelho e Adam Kershaw e inclui um conjunto de lápis de cor. O lançamento do livro é um evento incluído nos Projectos Tangenciais (programação paralela) da EXD09 – Experimenta Design Lisboa 2009.





homeless

17 10 2007




primeira expo TdG

5 09 2007

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ilustre(s) senhor(es): entre territórios de guerra 

o TdG em conjunto com o projecto ladoalado lançou o repto…

Ficto, Beil, Ghoul, Phyusis, Crone, Craft, Ayer, Naxa e #?!@% aceitaram o desafio…

a CASAVIVA167 ofereceu a casa…  

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inauguração 15 SET _ 17H

entrada gratuita * bater no batente

praça do marquês de pombal – n.º 167 – porto

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SUGESTÃO BARCELONA: nómadas

18 08 2007

26 JUL a 26 AGO 07 _ CCCB 

Nómadas ORIENTE/OCCIDENTE de Montse Arbelo e Joseba Franco  

Desde que los primeros seres humanos se irguieron impelidos por la curiosidad de comprobar qué había más allá de su horizonte hace millones de años, no há dejado de crecer nuestra capacidad de imaginar. Aquello supuso una revolución para toda la espécie; formulo una abstracción, idéo y fue en su busca introduciendo una dinâmica que modifico las expectativas humanas. Así hemos inventado el mundo, nombrándolo. 

Acompañados de portátiles, câmaras de fotos y vídeo, caminamos por un mundo lleno de contradicciones, compartimos y asimilamos culturas, aprendemos en las calles la biodiversidad humana. Independientemente del color de la piel, lengua, cultura, economía, fronteras y cualquier outro factor que podamos idear para diferenciarnos, comprobamos que somos más iguales que distintos. 

Con ORIENTE/OCCIDENTE nos adentramos en ese tempo que da coherencia a tolas las manifestaciones vitales del ser humano, en las líneas maestras sobre las que se han construído los mitos y a realidad. Si la transversalidad no tiene parangón hoy en dia, la tansustanciación de la realidade en múltiples y variadas formas, permite que la mirada a Oriente la veamos en el espejo de Occidente y viceversa. No hay certezas ni demarcaciones nítidas. 





SUGESTÃO BARCELONA: bo rder s

18 08 2007

4 Maio a 30 Set 07 _ CCCB

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The modern world is covered by over 226,000 kilometres of land borders. The exhibition Borders centres on geopolitical matters, with the presentation of 10 cases of borders. The ambiguity of the concept “border” (front and frontiers, ties and separations, seams and cuts, breaks and unions…) is present here, reflecting the reality of the terrain.

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The exhibition has been conceived as a journey through different worlds, in a gesture that separates history and geopolitics, the perspective of photographers and witnesses, sounds and maps, general reflections and field studies. We know how we enter. What will we know at the end of the journey, once the last milestone has passed?

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