SUGESTÃO ALJEZUR: ecotopia

24 07 2007

4 a 19 Agosto 07

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As Migrações são o tema principal deste ano, que terá especial relevância nos dias 10, 11 e 12 de Agosto, sendo os restantes dias abertos a outras temáticas.

As migrações não são algo novo. Desde sempre os povos deixavam os seus lares à procura de melhores condições de vida, tanto dentro como fora do seu país de origem. Mas hoje em dia tem-se vindo a tornar num tema cada vez mais sensível para os governos e para a sociedade em geral.

A globalização económica e a industrialização deram um novo “empurrão” à migração global. Uma vez que o modelo económico no qual vivemos exacerba as desigualdades entre nações e coloca em risco as condições sociais e ambientais de muitos povos.

A migração para muitos torna-se não numa escolha, mas numa necessidade. Temas como refugiados, fronteiras, ilegalidade, trabalho precário, êxodo rural, desertificação, racismo e muitos outros cada vez mais vêm à tona.

Nesta edição do Ecotopia pretende-se focar o tema das migrações humanas, reflectindo nas suas causas, assim como no efeito e na reacção que provoca na sociedade e nas políticas governamentais…

Pretende-se assim reflectir sobre mais um Território de Guerra..!

Inscrições e mais informações aqui

 

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the visible city project

15 07 2007

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the art of creating better cities

 

 

 

The Visible City Project seeks to understand how artists and urbanists are engaging with issues of citizenship (from work on homelessness to new kinds of urban design and public art) inside cities. The project investigates how art practices (visual and media arts, performance and literary) might be used to educate and transform the experience of urban dwelling and planning in light of the changing technological, economic and cultural experiences of globalization.

The project is conducted under the auspices of the Canada Research Chair in Art, Digital Media and Globalization that is currently held by Janine Marchessault at York University.





HEADPHONES: bairro

11 07 2007

isto é o bairro…

Bairro by Expeão





face2face project

8 07 2007

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“We then traveled across the Israeli and Palestinian cities (…). After a week, we had a conclusion with the same worlds: these people look the same; they speak almost the same language, like twin brothers raised in different families.”

JR & Marco

sugerido por ship





LIVRO DE CABECEIRA: é preciso defender a sociedade

5 07 2007

Michel Foucault _ É preciso defender a Sociedade _ Livros do Brasil _ 1ª Edição _ 2006

“No curso de 1976, «É preciso defender a Sociedade», Michel Foucault interroga-se sobre a pertinência do modelo da guerra para analisar as relações de poder. Foucault define duas formas destas relações: o poder disciplinar, que se exerce sobre o corpo mediante técnicas de vigilância e instituições punitivas, e aquilo a que doravante chamará o «bio-poder», que se exerce sobre a população, a vida e os vivos.”





SUGESTÃO COIMBRA: conferência “Memórias de Guerra”

3 07 2007

“O DOM DO OLVIDO”
Paulo de Medeiros, Universiteit Utrecht 

“NA HISTÓRIA E ALÉM DA HISTÓRIA — ALGUMAS DIMENSÕES DAS GUERRAS MOÇAMBICANAS”
João Paulo Borges Coelho, Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique 

“O Dom do Olvido”
Se Portugal é um dos países europeus com uma das mais longas tradições de identidade nacional, as relações entre memória cultural e essa mesma identidade são complexas e a questão do esquecimento colectivo assume grande relevância. No presente, depois de longas décadas de estagnação forçada, depois de uma prolongada guerra colonial, e depois de um regresso a estruturas democráticas e ao assumir de novo uma identidade europeia, uma das questões que se pode colocar – e será aqui abordada –  é qual a função do esquecimento na formação de uma identidade pós-imperial, identidade essa trabalhada quer nos eventos políticos, quer no quotidiano, quer através das representações literárias e artísticas que assumem a força de uma esfera pública na ausência de um diálogo político mais tradicional. 

“Na história e além da história — Algumas dimensões das guerras moçambicanas”
Os dois conflitos armados que Moçambique viveu no passado recente – nomeadamente a guerra anti-colonial e a guerra civil – colocam desafios interessantes do âmbito da historiografia contemporânea, e também além dele. No primeiro caso, muito falta ainda saber, por exemplo, sobre a transformação da natureza desses conflitos à medida que progrediam, sobre as relações “estruturais” que existem entre os dois ou com os níveis regional e global, sobre os mecanismos da sua resolução, enfim, sobre o legado de violência que deixaram na sociedade. Mas também além da história estes conflitos se revelam importantes em mais do que um sentido, sobretudo na maneira como são lembrados ou esquecidos. A construção e gestão das versões ou do silêncio, relativamente a estes conflitos, tem constituído importante recurso de legitimação do poder e operacionalização do controle político-ideológico sobre a sociedade. Cedo ou tarde, poderá também transformar-se em campo de debate político, num processo que não se restringe a Moçambique mas abrange toda a África Austral. 

5 de Julho de 2007, 15:00h
Sala de seminários do Centro de Estudos Sociais (Piso 1), Universidade de Coimbra
No âmbito do Programa de Doutoramento em “Pós-colonialismos e Cidadania Global“, FEUC/CES 
Entrada livre – Inscrições