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	<title>Comentários em: SUGESTÃO: uma terra sem gente para gente sem terra</title>
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	<description>arte &#124; activismo &#124; artivismo &#124; informação alternativa</description>
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		<title>Por: David</title>
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		<dc:creator>David</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:24:23 +0000</pubDate>
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		<description>É pena que estes autores façam da ironia, da distorção da realidade e da obsessão anti-israelita, a sua actividade humanista. Os lideres palestinianos, com as influências dos países árabes mais radicais, desumanos e intolerantes, são os principais responsáveis pelo instabilidade naquela região. Estes autores fomentam apenas uma coisa: radicalizar ainda mais os grupos religiosos de ambas as partes. Conseguem também legitimar os grupos terroristas, como o Hamas e o Hezbollah, que utilizam o seu povo como escudos humanos e como arma de propaganda. O Nuno Coelho, como designer de comunicação, deveria cumprir a sua obrigação moral: incentivar a paz e menos a agressividade intelectual, típica da esquerda decadente e populista que ganha cada vez mais protagonísmo. As crianças, em Gaza, são ensinadas, desde que começam a falar, a odiar tudo o que é israelita. Nunca vi uma só condenação a essa atitude. Porém, as iniciativas de convergência de valores entre israelitas e palestinianos, através de organizações não-governamentais, são sempre passadas para segundo plano. Este conflito é muito apaixonante, por alguma razão muito estranha. O Nuno Coelho e o seu co-autor, e os colaboradores moralistas, que reflictam seriamente sobre o que significa humanismo, solidariedade e, sobretudo, inteligência. Remetam a petetice das suas manifestações aos seus círculos pseudo-intelctuais, que não ajudam ninguém em concreto. Ganhem visibilidade mediática denunciando a corrupção à escala mediterrânea (e já têm muito onde pegar) e deixem Israel e a Palestina em paz e sossego. O vosso contributo é apenas para a guerra e para o ódio. Finalmente, é chocante que as instituições culturais portuguesas dêem visibilidade a esta mediocridade intelectual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É pena que estes autores façam da ironia, da distorção da realidade e da obsessão anti-israelita, a sua actividade humanista. Os lideres palestinianos, com as influências dos países árabes mais radicais, desumanos e intolerantes, são os principais responsáveis pelo instabilidade naquela região. Estes autores fomentam apenas uma coisa: radicalizar ainda mais os grupos religiosos de ambas as partes. Conseguem também legitimar os grupos terroristas, como o Hamas e o Hezbollah, que utilizam o seu povo como escudos humanos e como arma de propaganda. O Nuno Coelho, como designer de comunicação, deveria cumprir a sua obrigação moral: incentivar a paz e menos a agressividade intelectual, típica da esquerda decadente e populista que ganha cada vez mais protagonísmo. As crianças, em Gaza, são ensinadas, desde que começam a falar, a odiar tudo o que é israelita. Nunca vi uma só condenação a essa atitude. Porém, as iniciativas de convergência de valores entre israelitas e palestinianos, através de organizações não-governamentais, são sempre passadas para segundo plano. Este conflito é muito apaixonante, por alguma razão muito estranha. O Nuno Coelho e o seu co-autor, e os colaboradores moralistas, que reflictam seriamente sobre o que significa humanismo, solidariedade e, sobretudo, inteligência. Remetam a petetice das suas manifestações aos seus círculos pseudo-intelctuais, que não ajudam ninguém em concreto. Ganhem visibilidade mediática denunciando a corrupção à escala mediterrânea (e já têm muito onde pegar) e deixem Israel e a Palestina em paz e sossego. O vosso contributo é apenas para a guerra e para o ódio. Finalmente, é chocante que as instituições culturais portuguesas dêem visibilidade a esta mediocridade intelectual.</p>
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